Oposição faz alarde antecipado e tenta transformar decisão provisória em vitória política em Caxias
A decisão da Justiça Eleitoral em primeira instância envolvendo o prefeito de Caxias, Gentil Neto, provocou uma reação desproporcional por parte da oposição no município. Antes mesmo de qualquer julgamento definitivo, adversários políticos passaram a comemorar o resultado como se o afastamento do prefeito já fosse um fato consumado — o que, juridicamente, não corresponde à realidade.
Trata-se de uma decisão provisória, passível de recurso, e que, inclusive, garante a permanência de Gentil Neto no exercício do mandato enquanto o processo segue seu curso nas instâncias superiores. Ainda assim, a oposição optou pelo discurso do triunfo antecipado, apostando mais na narrativa política do que no respeito ao devido processo legal.
Nos bastidores, a postura eufórica é interpretada como reflexo da velha sede de poder e da tentativa de criar artificialmente um ambiente de instabilidade administrativa. Ao invés de aguardar com serenidade o desfecho jurídico, o grupo oposicionista prefere explorar o episódio como instrumento de desgaste político, ignorando que a Justiça Eleitoral ainda não deu a palavra final.
Aliados do prefeito avaliam que esse movimento também expõe um projeto político mais amplo: o de entregar o comando da Prefeitura de Caxias a interesses externos ao município. Não é segredo no meio político local a proximidade da oposição com o deputado federal Josimar de Maranhãozinho, frequentemente apontado como principal articulador e financiador do grupo adversário na cidade.
A tentativa de antecipar um desfecho que ainda será amplamente debatido nos tribunais revela menos preocupação com Caxias e mais com disputas de poder. Enquanto isso, Gentil Neto segue governando, trabalhando e exercendo, com tranquilidade, o direito constitucional de recorrer, mantendo a cidade funcionando e reafirmando confiança na Justiça.
