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Um furto registrado na madrugada do último dia 2 de fevereiro, por volta das 5h30, dentro do condomínio Marsol-Turu, em São Luís, tem gerado indignação entre moradores e levantado questionamentos sobre a eficácia do sistema de vigilância contratado para o local.

De acordo com relatos, o suspeito entrou no condomínio sem precisar arrombar qualquer acesso, dirigiu-se à garagem, pegou uma bicicleta e deixou o local pelo portão destinado a veículos, agindo com tranquilidade e sem ser abordado.

A segurança do condomínio é realizada pela empresa SERVIS, responsável pelo controle de acesso, vigilância e portaria remota. No entanto, ao ser procurada pela vítima, a empresa informou que não havia imagens do ocorrido, alegando que o DVR apresentou instabilidade entre 0h e 9h da manhã, período em que nenhuma gravação foi realizada.

As únicas imagens disponíveis foram captadas por duas câmeras pertencentes ao próprio condomínio, instaladas anteriormente. Segundo a vítima, a SERVIS possui mais de dez câmeras de monitoramento distribuídas nas áreas interna e externa, mas nenhuma delas registrou a ação criminosa.

Outro ponto que ampliou a revolta foi o posicionamento da empresa, que teria afirmado não possuir qualquer responsabilidade sobre o caso, afastando-se de eventuais obrigações relacionadas ao ocorrido.

Sem suporte da empresa encarregada pela segurança, a vítima amarga o prejuízo material e relata sensação de insegurança, além da falta de respostas diante de uma falha que, para moradores, compromete a confiança no sistema de vigilância do condomínio.

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