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A reação de setores da oposição à obra de prolongamento da Avenida Litorânea levanta uma pergunta inevitável: por que um projeto que amplia mobilidade, gera empregos, valoriza a região e integra a malha urbana da Grande São Luís incomoda tanto?

Desde o início, o projeto foi alvo de críticas políticas, inclusive com denúncias que objetivaram apenas o atraso. Antes mesmo do primeiro trecho ganhar forma, já havia discursos questionando sua viabilidade, sua prioridade e sua execução. Agora, com a obra avançando e se consolidando como uma das maiores intervenções estruturantes da região, surgem acusações de superfaturamento baseadas em apontamentos preliminares, ainda em fase de análise técnica.

O secretário de Infraestrutura, Aparício Bandeira, foi direto ao ponto ao rebater as críticas. A obra conta com parceria do governo federal e fiscalização da Caixa Econômica Federal, o que implica controle técnico rigoroso, medições auditáveis e acompanhamento institucional permanente. Não se trata de uma intervenção feita às escondidas ou sem supervisão.

Grandes obras públicas passam por auditorias. Ajustes técnicos acontecem. Questionamentos são parte do processo administrativo. O que não pode ocorrer é transformar análises preliminares em sentenças políticas antes da conclusão dos órgãos competentes.

A Litorânea não é apenas uma via. É um eixo estratégico de mobilidade, integração urbana e valorização da infraestrutura turística e econômica da capital. Vai aliviar o tráfego, facilitar o deslocamento diário de milhares de pessoas e fortalecer o desenvolvimento da região, além da especulação imobiliária positiva.

Quando a crítica deixa o campo técnico e passa a ocupar o terreno da disputa ideológica, o debate perde qualidade. Questionar é legítimo. Fiscalizar é necessário. Mas torcer contra uma obra estruturante, desde o primeiro dia, parece menos compromisso com o interesse público e mais resistência política ao governo de turno.

A resposta de Aparício Bandeira não foi apenas administrativa. Foi um recado claro: a obra segue os trâmites legais, está sob fiscalização institucional e atende a uma demanda concreta da população. O debate é saudável. O que não é saudável é transformar infraestrutura em palanque permanente.

No fim, a pergunta permanece: a oposição está preocupada com eventuais ajustes técnicos ou incomodada com o impacto positivo que a obra pode gerar?

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